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P D M – A GRANDE FARSA I
A Câmara inseriu propaganda na TV (cara e desnecessária) anunciando que o PDM seria votado no dia 25/09/07. Nesse dia dirigentes de diversas Associações Comunitárias estiveram reunidas no Ministério Público e solicitaram o adiamento da votação para novos esclarecimentos já que muitas reivindicações feitas nas reuniões com o executivo assim como junto ao legislativo não estavam contempladas no projeto. Segundo o Estatuto das Cidades ( Lei Federal que rege a matéria) as comunidades devem ser ouvidas.
P D M – A GRANDE FARSA II
A mais gritante de todas e que diversas comunidades não aceitavam era a destinação que seria aprovada para a área dos Maristas. Reivindicação inicial da AMPC, diversas comunidades queriam a destinação da área como um futuro parque municipal. A Câmara, em especial o presidente José Camilo, em reunião na sede da AMPC se comprometeram a preservar o local. Como quase sempre acontece, promessa de político fica apenas na promessa. Em reunião com o executivo municipal fizeram acordo e voltaram atrás.
P D M – A GRANDE FARSA III
Que interesses foram negociados nessa reunião ? A Câmara acatou o desejo do executivo e desistiu da emenda, contrariando a vontade da população. Por outro lado conseguiu alterar o gabarito dos edifícios na Orla da Praia da Costa (parte de Itapoã) entre as Ruas Santa Catarina e Jair Andrade para 51 ms., modificando o projeto da PMVV que estabelecia 32 ms. Essa mudança é um absurdo, uma vez que a Orla (Libanês/Ponta de Itapoá) é uma só e deveria ter gabarito único. Comenta-se que a mudança favorece determinada empresa que atua na região e possui alguns terrenos ali localizados.
P D M – A GRANDE FARSA IV
A Câmara realizou terça-feira, 16/10, Sessão Pública, que a Câmara chamou de Audiência Pública somente para justificar que teria havido diálogo com a comunidades, como manda o Estatuto das Cidades. Nessa “audiência pública” somente dez representantes poderiam fazer perguntas e com tempo máximo de 2 minutos, com direito a réplica de mais dois. Nada de debates. Estava proibido. Para quem não sabe uma audiência pública tem que ser convocada com antecedência e divulgada nos meios de comunicação, o que não aconteceu. Portanto não houve audiência pública.
P D M – A GRANDE FARSA V
Quais as conseqüências para a população ? Especialmente na Orla serão construídos prédios mais altos com maior numero de apartamentos por edifício. Mais sombra na praia, maior volume de trânsito, maior necessidade de água, maior volume de esgotos. Consequentemente menor qualidade de vida. Foi uma grande farsa. Propagaram que houve diálogo com a população, mas tratou-se de um grande engodo. O desejo do povo não está contido na Lei aprovada.
P D M – A GRANDE FARSA VI
Resumindo: a Orla ficou assim na Praia da Costa. Entre Libanês e Santa Catarina passou de 7 pavimentos para 37 ms (12 pavimentos). Entre Santa Catarina e Ponta de Itapoá passou de sete pavimentos para 51 ms( 17 pavimentos) A área de aprox. 48 mil m2 atrás do Colégio Maristas que a população reivindicava a construção de um parque municipal vai virar um condomínio fechado de casas. Essa é a herança que o atual executivo e a Câmara estão deixando para o futuro. Ou seja, um presente de grego.
ABERTURA DE RUAS II
Da mesma forma, a Rua Diógenes Malacarne (entre Rio Branco e Maria da Penha Queirós) nunca foi aberta pela existência de rocha no local. Em função do enorme adensamento da região o bairro necessita urgentemente da abertura desse trecho de rua para fluir melhor o trânsito.
ABERTURA DE RUAS I
O 38º está limpando a área de sua propriedade ao lado do Parque das Castanheiras e construindo cerca no local. Ótima providência, pois a área estava com aspecto de abandono. Ao lado da cerca construiram calçada de concreto em toda a extensão da área. Entretanto, fato já comentado pela coluna diversas vezes, existem alí ruas aprovadas no loteamento e nunca implantadas (extensão das ruas Aquino Araújo, Piratininga e Diógenes Malacarne). O concreto no local destinado as ruas mencionadas teriam o sentido de impedir a abertura das mesmas ? O executivo municipal finge que nada sabe. A AMPC fez expediente ao Ministério Público questionando o assunto tendo fornecido cópia da planta do loteamento aprovada pela PMVV. A abertura das ruas é imprescindível em função do volume cada dia maior do trânsito na região.
“SHOW” DO LULU SANTOS/BANESTES
Embora o show propriamente dito seja de ótimo nível, muitos problemas ocorreram. O trânsito ficou insuportável e diversos veículos andavam na contra-mão em algumas ruas do bairro. Estacionamento em locais absolutamente inconvenientes e proibidos. Durante a montagem da estrutura havia ferragens no calçadão oferecendo risco aos transeuntes. Barraquinhas as mais diversas, sem qualquer fiscalização. Algumas vendiam qualquer tipo de bebida, livremente. Som alto durante todo o dia do evento. Na desmontagem do palanque o calçadão ficou interrompido. Definitivamente o bairro não comporta eventos de tamanha envergadura. Muitos moradores não tinham a menor possibilidade de chegar ou sair de carro de suas residências. Mais uma vez defendemos que o melhor local para eventos desse porte é a área da “prainha” onde diversos “shows” ali foram realizados.
BURACOS NAS RUAS
Enormes buracos, causados pelo tráfego intenso de veículos pesados têm causado problemas em veículos de passeio. Já passou da hora de uma operação tapa-buracos nas ruas do bairro.
QUEBRA-MOLAS NOVAMENTE NO BAIRRO
Após quase dez anos quando a PMVV retirou os quebra-molas do bairro a pedido da AMPC, em um trecho de rua com 200 metros foram instalados seis quebra-molas (na verdade quebra-carros). Foram instalados por membros do 38º BI, na Rua Acre (entre Maria da Penha Queirós e São Paulo). O prefeitinho da região esteve conversando com um major que se prontificou a retirá-los, mas simplesmente ignorou o pedido. A Instituição não tem o direito de instalar obstáculos em lugares públicos e estamos solicitando providências ao executivo municipal para a retirada imediata dos mesmos.
EXPOSIÇÃO NO MUSEU FERROVIÁRIO
O Museu Ferroviário, na antiga estação Pedro Nolasco, em Vila Velha, inaugurou dia 25/outubro mais uma concorrida exposição de artistas famosos. Trabalhos do artista capixaba Hilal Sami Hilal ficarão expostos no museu até 17/02/2008 com horário de visitação de terça a domingo das 10 às 18 h e na sexta de 12 às 20 h.
CASA COR EM VILA VELHA
Outra vez Vila Velha está sediando a Casa Cor em grande estilo. O local escolhido é a propriedade do sr John Hilal próximo a casa do governador. Ambientes maravilhosos foram montados no local e é um programa imperdível.
POLÍTICOS
A Organização Transparência Brasil divulgou os seguintes dados do custo pago pelo povo brasileiro aos “zelosos” políticos brasileiros. Cada senador custa R$ 33 milhões/ano. Cada deputado federal custa R$ 6,6 milhões ano. O custo médio de cada político (senadores e deputados federais) no Brasil é de R$ 10.200 mil/ano, contra R$ 3.900 mil na Itália, R$ 2.800 mil na França e R$ 850 mil na Espanha. Ou o Brasil é um País muito rico ou nossos políticos são muito eficientes. Para receber e gastar toda essa “grana” são realmente muito eficientes. Mas fazer alguma coisa boa para a população aí é outra coisa.
CURVA PERIGOSA
No entroncamento das ruas João Joaquim da Mota e Maria da Penha Queirós, próximo da área do exército, indo até a Rua Xavantes (subida do Morro do Moreno) existe uma curva muito perigosa, por ser estreita. Com o enorme crescimento da movimentação de veículos, torna-se urgente a necessidade de pintura de uma faixa central para sinalizar melhor o local e evitar acidentes.
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