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Um cientista brasileiro e um chileno utilizaram estimulação elétrica na medula espinhal de ratos com Parkinson, restaurando completamente a locomoção dos camundongos com deficiência de dopamina. Em breve, pretendem utilizar sua técnica em pesquisa com humanos.
Temos em nossa clínica uma mulher de 89 anos que apresentava tremores em membros superiores, membros inferiores e mandíbula, após dois anos de tratamento, parou de tomar remédios e não treme mais nada.
Outra mulher de 75 anos, apresentava distonia (contorções) que atingiam pés, mãos, mandíbula e cabeça que ela não conseguia parar de mexer, se retorcer. Após dois anos e meio (30 meses) em tratamento, reduziu 30% na dosagem dos remédios e 70% dos movimentos involuntários.
Para ambas, houve maior relaxamento de toda musculatura, aumento da força de todo corpo, redução da rigidez muscular, melhora do equilíbrio e postura. Elas estão andando com menor base de apoio, maior velocidade, passadas mais largas e seguras.
A pesquisa dos cientistas confirma minha teoria, e os resultados de nosso tratamento antecipam os prováveis resultados positivos da estimulação elétrica dos nervos. A diferença é que, ao invés de eletricidade, sendo eu um fisioterapeuta, aplico terapia manual e cinesioterapia, que são exercícios especialmente desenvolvidos para estimular o sistema nervoso, prevenindo e tratando as alterações da saúde humana.
Estamos conseguindo reverter o Mal de Parkinson, um processo que por vezes se produz ao longo de toda vida.
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