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Desde o momento da fecundação somos influenciados pela genética e meio ambiente. A cada trauma físico e emocional encolhemos o corpo, como defesa natural contra o agente agressor. Isso imprime marcas que influenciam o nosso comportamento e nossa postura corporal, alterando o equilíbrio e interferindo negativamente em nossa saúde.
Assim, o bebê, quando cai sentado, a criança quando pula de cima da cama ou cai de uma bicicleta, ou como adulto quando pega peso, se levanta rápido da cama, faz movimentos bruscos, pratica atividade física sem a devida precaução, estará sempre contraindo seus músculos.
A cada emoção, uma reação física. Assim, uma pessoa tensa, nervosa, ansiosa, medrosa, insegura, preocupada, irritada, doente, endividada, perfeccionista, contrariada, raivosa, magoada, submetida ao cumprimento de metas, estará em alerta constante, contraindo seus músculos.
A contração muscular excessiva provoca aproximação das vértebras e compressão dos nervos, ocasionando microlesões e inflamação em diferentes partes do sistema nervoso, o que interfere e altera a percepção, podendo causar diferentes sensações, como: coceira, dor, calor, frio, queimação, formigamento, anestesia, fisgada, cansaço, fraqueza e peso.
Para evitar o desconforto, as pessoas entortam o corpo, alteram e/ou fixam novos padrões posturais e de movimento e comprometem o funcionamento das vísceras.
Tudo isso pode afetar a nossa vida, diminuindo nossa capacidade produtiva.
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